Total de visualizações de página

quinta-feira, 17 de março de 2016

INDIGNADOS OS RATOS ATACAM!


Uma pessoa malfadada que habita como um vírus invisível, infelizmente, o âmago da sociedade candeense, escreveu um boletim injurioso, sobre a minha pessoa e a de amigos meus que nos militamos os mesmos ideais, ou seja, na defesa do nosso município que se encontra entre às traças, sob a administração de um prefeito, incompetente, inoperante, improdutivo, frágil, sem prestigio, recebendo um salário absurdo incompatível com o potencial do nosso município e cuja presença seria escusa.

O subscritor que naturalmente é isento de dignidade, ou amparo moral, caluniou-nos, tentando envolver-nos, na lama de escarro em que vive. Mas como se exagerou ao fazê-lo acabou dando um tiro no próprio pé, diante da reação do povo candeense, que nos conhece e sabe que não vivemos e nem temos contato com esse tipo de lama onde habita essa pessoa infeliz, que joga com as mesmas cartas e está envolvida com a oligarquia que tomou conta do município de Candeias, da qual os candeenses de bem tentam se defender.

Aos amigos meus, nesta oportunidade, quero comentar não para responder o subscritor fantasma, mas sim, para dar uma satisfação àqueles que desconhecem a minha trajetória de vida humilde, muito humilde, mas honrada.

“O anonimato não é generoso, já dizia o filósofo, ele é  uma máscara indígena que esconde a face desprezível que esconde a infâmia e a corrupção”.

Portanto, é assim que recebo essa ofensa à minha dignidade sem que ela possa me atingir de cheio, à vista das manifestações que recebo do povo candeense. Enquanto esse fantasma tenta denegrir a minha imagem, amigos da dignidade candeense ofertaram-me palavras de solidariedade.

Para quem está tomando conhecimento do efeito e não sabe da causa, eu vou reproduzir aqui parcialmente o que foi dito a respeito da minha pessoa, o que se fez constar dessa imunda resenha difamatória, onde outros amigos meus estão incluídos no mesmo contexto.

FUTUROS ADMINISTRADORES DE NOSSA CIDADE QUEM SÃO ELES?
Começaremos pelo marqueteiro Sr. Armando de Melo Castro. Este cidadão que nem sequer reside em nossa cidade se acha  no direito de atacar e julgar as pessoas que aqui vivem e tem história para contar. Armando na verdade não passa de um vagabundo que vive nas custas de sua mãe. Seu passado poucas pessoas sabem. Um homem carrasco que não soube nem cuidar de sua filha com depressão, ela vivia sobre a pressão de um pai rígido e covarde. Coitado desse homem. Deve ser muito infeliz, pois fica denegrindo as pessoas pra se sentir melhor. (Existe) informações que na cidade onde reside seu nome é mais sujo que pau de galinheiro. “Belo exemplo de ser humano”.

Além do meu nome foi envolvido o nome do Sr. Ênio Bonaccorsi, candidato a prefeito de Candeias e seus seguidores. Trata-se, o Sr. Ênio de uma pessoa que alimenta esperanças ao povo candeense no sentido de resgatar a dignidade do nosso município. Homem sério, preparado, com uma brilhante carreira entre os executivos dos correios, tratável amigo, de personalidade ilibada e moral incorrupta.

Limitar-me-ei, contudo, a falar apenas do que me envolve. Afinal é difícil até para comentar sobre coisas vindas de um anônimo. Anonimato é crime e criminoso não merece respeito das pessoas de bem. Deveria esse elemento se apresentar com a sua indignação. Mas, tudo indica tratar-se de alguém não portador de uma indignação, e sim de uma intolerância desprovida do mínimo de bom senso e equilíbrio --- sem falar de princípios familiares. Fatores que transformam um INDIGNADO num INDIGNO, de se indignar. É preciso ser digno da indignação mesmo porque ela é louvável.

À bem da verdade indignados estamos nós cidadãos de bem com o que ocorre com a nossa cidade e com o nosso município. Totalmente desprezado por um prefeito incompetente, ganhando um salário absurdo incompatível com a capacidade do município.

O indignado ou a indignada, com certeza fermenta na dorna do prefeito, o mosto dos seus maus instintos onde destila o seu veneno, com os quais responde as verdades que lançamos sobre eles no sentido apenas de cobrar o exercício honesto do mandato. Nada mais fazemos do que usar um direito constitucional, Artigo 1º, parágrafo único, da Constituição Federal de 1988. Onde diz: “Todo o poder emana do povo que o exerce por meio de seus representantes eleitos ou diretamente nos termos desta Constituição”.

Subentende-se que os indignados que elaboraram esse boletim de tamanha pobreza ideológica, não entendem nada de leis e nem sabem o que é Constituição Federal. São adestrados, treinados, preparados, talvez, pela oligarquia do poder municipal que usam pessoas ignorantes para transferir os seus maus instintos. A prova maior disso é que são silenciosos. Sabem apenas atacar na calada da noite como ratos e percevejos quando as pessoas dormem.

Eu jamais citei o nome de algum deles ou interferi em suas vidas particulares. Falo, critico e cobro dos homens públicos, porque isso é um direito constitucional de qualquer cidadão. Portanto, a minha indignação é com os homens públicos que eleitos foram, prometeram e não cumpriram fazendo com que ofendam o meu espírito de nacionalista cívico que nutro pela minha terra onde com a qual nunca interrompi o meu convívio; apesar de residir fora. 

Eu como cidadão candeense jamais me calarei diante dos meus direitos constitucionais, uso e usarei sempre o Estado de direito democrático porque assim o meu município, o meu Estado e o meu País me quer. Não sou covarde, não minto, não tenho nenhuma mácula, nenhuma nódoa no meu nome. Estou à disposição de qualquer cidadão para falar sobre essa imundície que jogaram sobre o meu nome.

Aos meus conterrâneos que me honram diante disso eu devo uma satisfação:

1----- Marqueteiro: O fantasma que me intitula marqueteiro não deve saber o que é marqueteiro. Ele ignora que o substantivo apesar de pejorativo, não tem nada a ver comigo porque marqueteiro além de não se identificar com o meu comportamento e nem com essa categoria, os marqueteiros são ricos e não vivem à custa da mãe.

2----Disse que eu nem sequer moro em Candeias e que me vejo no direito de desacatar e julgar as pessoas que vivem em Candeias e tem história para contar:

Eu tenho residência e patrimônio em Candeias, conta bancária e outros negócios. Sou eleitor com o título de eleitor de número 079070290299 – Portanto, Candeias é o meu domicílio eleitoral, fato que me dá o direito de opinar, candidatar e politicar, de acordo com as leis. Eu não tenho sim o direito de atacar, caluniar, e usar de falsa ideologia contra as pessoas, como faz agora o "indignado". Mas tenho sim, o direito de  criticar e cobrar os homens públicos, como prefeito, vice-prefeito, vereadores, assim como qualquer cidadão brasileiro na minha posição. Se for para ter preconceito vamos então começar pelo prefeito de Candeias que é natural da cidade de Campo Belo, sem convívio histórico em Candeias e acomodado nas tetas do município de maneira imoral e vergonhosa com um salário incompatível com o potencial do município.

3-----Disse que não passo de um vagabundo e que vivo à custa de minha mãe.

Ora, se minha mãe ouvisse isso ela naturalmente iria rir muito, ela com certeza iria pensar que alguém estaria brincando comigo.

Hoje aos 70 anos de idade eu estou em gozo do meu ócio com dignidade. Comecei a trabalhar aos 8 anos de idade e feliz lembro-me de quando gastei o meu primeiro dinheirinho comprando o meu uniforme para o segundo ano da Escola Estadual Padre Américo em 1954, na antiga loja do Neném do André. O dinheiro foi ganho após economiza-lo durante três meses quando eu transportava com uma carrocinha de mão, uma pequena lata de soro para porcos, da  manteigueira do Bonaccorsi, na Rua André Pulhes, até à chácara do meu avô que ficava situada do outro lado da cidade onde hoje está o açougue do Sr. Rosário.  

Ainda como menino, ajuntava esterco nos pastos para vender para o Sr.José Inês, um sapateiro que existia na Rua do Cemitério e que plantava hortaliças.
Trabalhei como fogueteiro com o Sr. José do Leonides, pai do Ieié.
Fui vendedor de pães nas ruas para o Sr. Mozar Andrade;
Bombeiro, auxiliar de mecânico e lavador de carros do Zé do Anjo.
Ajudante de caminhão do Sr. João do Artur;
Servente de pedreiro na construção da praça central de Candeias onde tenho o meu nome incluído aos demais operários que construíram a praça, na pedra fundamental junto ao sansão;
Fui pintor de paredes junto do Sr. Gabriel Carlos, quando pintamos todas as melhores residências de Candeias.
Fui balconista do Lulu e garçom do seu restaurante.
Trabalhei na minha juventude como encarregado do bar do Clube Recreativo Candeense --- enquanto os outros jovens dançavam e divertiam, eu trabalhava.
Aos 16 anos fui para Campos Altos apanhar café, quando não tinha nenhuma experiência no trabalho, adoeci por lá num lugar sem recursos.
Aos 17 anos de idade fui para São Sebastião do Paraiso, trabalhar de balconista e garçom com o Lelei, irmão do Carmelio Carvalho.
Aos 18 anos estive trabalhando na Churrascaria Fátima em Oliveira.
De lá fui para São Paulo, onde passei as maiores privações na época da revolução de 1964.
Finalmente entrei para o Banco Mineiro da Produção no cargo de contínuo, que me foi arrumado pelo meu amigo Antônio Macêdo. Banco esse que posteriormente veio a ser o Banco do Estado de Minas Gerais. Estudei a noite e para me formar comia dois pasteis como jantar e fazia o meu almoço para o outro dia às 11 horas da noite.
Consegui me promover no Banco saindo em 1966 de continuo a um dos dez melhores gerentes do Bemge, num elenco de 480 agencias, como gerente da Agencia de Governador Valadares, então a sexta melhor Agência do Banco.
Fui bancário durante 35 anos passando por todos os cargos e como gerente 26 anos. Tenho cinco carteiras de trabalho assinadas pelo mesmo empregador.

Portanto, se essa pessoa quer ter-me como vagabundo, eu não me considero assim e tudo que digo aqui pode ser comprovado não pelo que falo, mas por testemunho de amigos meus e documentação.

Vivo hoje o meu ócio com dignidade. Não vivo à custa de minha mãe, porque nunca a deixei sem a minha visita. De outra forma não é desonra viver à custa da mãe. O pior é viver mamando nas tetas do poder público.
 Moro em Juiz de Fora, mas passo dez dias por mês em Candeias assistindo a minha mãe, porque sou o arrimo de família e o substituto do meu pai na família. Minha mãe saberia dizer que tipo de filho eu sou.

Por todos os lugares onde passei eu tenho o orgulho de ser querido pelos amigos que deixei. Jamais tive o nome sujo. Não tenho dívidas. Não devo nada a ninguém e tenho o meu nome limpo. A minha vida é um livro aberto. E tudo que exponho aqui pode ser conferido, caso o indignado queira tirar dúvidas.

Quanto ao que foi dito sobre a minha filha é um caso bastante conhecido pelos meus amigos em Candeias. Eu não vou comenta-lo. Eu quero apenas dizer ao indignado que ao tocar neste assunto você, se acredita em Deus, ouvirá DELE e não de mim a verdade. Somente uma pessoa insensível, desprovida de princípios familiares, paternos ou maternos. Somente uma pessoa má, talvez uma maldade dessas com as quais a pessoa não consegue se livrar, ou por desespero, por fragilidade poderia fazer um comentário como o que foi feito. O meu sofrimento foi tanto, indignado, que eu prefiro perdoar você por essa afronta. Eu não vou tentar explicar o pai que fui. Eu tenho a minha consciência tranquila. Eu sempre me coloquei sob o jugo do tribunal da minha consciência e não tenho nada que me pese. Para mim a minha filha nunca morreu. Ela apenas se encantou para estar presente no meu coração.
Sempre quando vejo uma boneca, lembro-me da grande coleção de bonecas que minha filha tinha e o que ela dizia toda vez que eu a presenteava com uma nova boneca:
“Pai, o senhor é o melhor pai do mundo”;
E numa viagem que fizemos a São Paulo, para o seu tratamento de saúde, ela disse em certo momento: “Pai, o que seria de mim sem o senhor depois que a mãe morreu”.
E numa outra oportunidade, quando ela perdeu a mãe aos 11 anos de idade, eu fui pai e mãe. E era eu que a orientava sobre os mais íntimos assuntos. E certa vez, quando lhe orientava, sobre menstruação, lhe entreguei um pacote do produto Modess, recomendando-lhe estar prevenida sobre a questão, ela sorridente comentou: “Pai, será que os outros pais falam com uma filha igual o senhor”?

Diante disso, eu tenho pena desse subscritor que se diz cidadão. Cidadão não tem o direito de atacar as pessoas. Pode sim atacar as mentiras, as falsidades, as enganações, as promessas não cumpridas; as incompetências dos homens públicos, os corruptos e os estelionatários eleitorais. Mas um cidadão não ataca a DIGNIDADE de um cidadão.

Assim, senhor ou senhora indignados saibam que disse o filósofo: “A busca pelo anonimato leva as pessoas à cegueira das virtudes, pois na ânsia deste objetivo, passam por cima do caráter e da dignidade”.

Eu tenho muita fé em Deus! Não faço nada sem olhar para os céus. Sou religioso, sou um  papa-hóstia católico, contudo um papa-hóstia que respeita as leis de Deus e o povo irmão de berço.

Armando Melo de Castro
Candeias MG Casos e Acasos.

Comentários:


Sr Armando,vc não me conhece,mas tenho uma enorme admiração,pelas pessoas q usa a verdade e verdade incomoda.Morei por um bom tempo na casa do Sr Hamilton Marques.Estou muito triste com o q está acontecendo em Candeias,mas confia em Deus,q logo essa gentalha,será desmascarada!Gosto muito de ler seus casos.Um grande abraço! Salmos 37:28 Pois o SENHOR ama quem pratica a justiça, e não abandona os seus fiéis. Estes serão resguardados para todo o sempre, mas a descendência dos ímpios será exterminada. emINDIGNADOS OS RATOS ATACAM!




2 comentários:

Gestão do Tempo, Produtividade e Colaboração disse...

Caro Armando, essa pessoa 'anônima' assim deve permanecer- ainda que se descubra que é, pois não tem caráter para assumir uma identidade.
É nada e ninguém, como demonstrou na peça que produziu, autorretrato sem nome e sem rosto.

Esse ou essa 'ninguém' Não merecia uma única resposta, mas teve todas as respostas que mereceu!
Tanto de sua parte quanto de todos os que se manifestaram.

Conseguiu uma proeza... será parte da história de Candeias, sem ter contribuído positivamente com nada, uma parte triste da história – menos pior que seja sem nome e sem rosto, pois assim preserva, mantendo no anonimato os familiares que não devem ter culpa, restringindo o alcance da vergonha para si mesmo(a).


Neguinha Gonçalves disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.