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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

OS NOJENTOS!


                                        Foto apenas para ilustrar o texto.

Eu não tenho nada contra o setor terciário, mas tenho a minha opinião sobre self Service de restaurantes, as chamadas comidas a quilo. É claro que nem todo autosserviço é ruim, os Bancos, por exemplo, favorecem muito com essa disponibilidade de saque durante 24 horas e as compras em supermercados se tornaram bastante práticas. Mas em restaurantes?! Aqueles que não concordam comigo, me perdoem. 

Eu prefiro comer um sanduíche de mortadela ou daqueles de carrinho de esquina; um macarrãozinho fritado nas barracas de exposições agropecuárias; um cachorro quente numa festa do rosário; um churrasquinho de ponta de rua, mesmo sabendo que nesses pontos o conceito de higiene não é dos melhores. Mas para self servisse eu não tenho estômago.

Sei que existem lambanças por toda parte quando saímos de casa, mas self Service de restaurante, nem as ascaridíases que por ventura habitam em mim, não receberiam com naturalidade, iguarias oriundas daqueles tabuleiros.

Na vida as circunstâncias, às vezes, transformam o nosso comportamento quando passamos a dar a impressão de que somos chatos, nojentos, aborrecidos. Mas na maior parte das vezes todos nós temos uma atenuante que justifica o nosso jeito de ser.

Na cozinha de um restaurante, a comida que você vai comer fica a mercê de uma única pessoa, ou seja, a cozinheira ou o cozinheiro.  No entanto, lá no Self Service, por mais asseada que tenha sido preparada a comida, se torna numa lambança comum. Principalmente nesses Self Service de baixo custo. 

A higiene é uma coisa salutar, contudo, não está ligada a todo mundo.

Não seria justo, todavia, não explicar por qual o motivo eu não aderi esse tipo de serviço, mesmo porque, ele vem sendo considerado prático, econômico e tornou-se, hoje, bastante comum nas praças de alimentação.

Quem leu o texto até aqui, pensará naturalmente: puxa, mas que cara nojento, chato, aborrecido, encrencado... E eu responderia: chato, aborrecido, encrencado não concordo, mas nojento sim. Sou nojento e não consigo abrir mão do meu nojo. Cumpre-me, portanto, contar o porquê dessa coisa; o motivo que me leva a não optar por esse tipo de alimentação e prestação de serviço.

No ano de 1980 eu fui designado pelo Banco onde eu trabalhava, para ir substituir o gerente da cidade de Bom Despacho. E tinha por lá um desses restaurantes, então, bastante movimentado, com muitas iguarias, muita carne e variedades que dava para formar um prato de comida dos mais nutritivos. 

Parece-me que era o início do desenvolvimento do comercio de comida a quilo. Os tabuleiros e bandejas bastante limpos, a comida muito bonita e apetitosa.

À minha frente, um cidadão gordo, fungando feito um danado, ia servindo o seu prato que já não tinha mais espaço; e com isso dava uma de equilibrista ali. Sei dizer que a comida que estava naquele prato daria para eu almoçar e jantar.

Nessa minha observação, eu vi cair o cabo da colher de servir sobre o feijão; e ele de forma bastante negligente, enfiou a mão e pegou a colher e limpou a mão nas suas calças. (E eu ali olhando)

Mas mesmo assim, resolvi me arriscar de outra vez, apesar da má impressão que teria me deixado aquele modo de tomar refeição. E no outro dia voltei àquele lugar e quando eu servia o meu prato, agora sob uma atenção muito maior, presenciei outro episódio.  

Tendo o estaleiro que prende os tabuleiros do Self Service, mão e contra mão, eu vi do outro lado uma mulher que deu um espirro sobre as verduras. 

Diante disso, fiquei ali sem saber se continuava a me servir ou parava... Se eu comia ou não comia... Quando aquela mesma senhora, agora, dá uma espirrada sobre o tabuleiro de arroz, fazendo voar sobre o mesmo aquela crosta pulmonar nojenta, quando ela as pressas a tapou com uma colherada de arroz. Eu e mais uma outra pessoa vimos, a esperteza da mulher, mas outros não viram e continuaram servindo daquela comida.

Como se vê a higiene daquele alimento não está a cargo apenas dos proprietários do restaurante. Isso que digo, é o mínimo do que se sabe.

Com certeza isso me causou um trauma, essa terrível experiência emocional, de grande intensidade que deixa uma cicatriz na mente e que infelizmente causa efeitos na personalidade humana. Por mais que eu viva, eu nunca vou esquecer aquela mulher espirrando e tapando o conteúdo do seu espirro com a colher de arroz.

Desculpem-me se o texto apesar de real não é dos mais agradáveis. Eu o coloquei no plural, diante de um conceito literário, no sentido de me resguardar um pouco do meu nojo e  poder ser entendido por algum outro nojento que por ventura possa me entender.

Armando Melo de Castro

Candeias MG Casos e Acasos.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

RETALHOS DA MINHA INFÂNCIA!


Eu acho que apesar de ter sido um menino pobre nunca tive formado na minha alma um sentimento insensível de revolta, uma queixa amarga e silenciosa, contra as desigualdades estabelecidas pela vida. Isso porque havia dentro de mim, graças ao bom Deus, um espírito sempre me orientando a manter um contato do meu coração com a realidade da vida.

As mudanças comportamentais na minha adolescência não me marcaram negativamente, portanto eu posso me considerar ter sido um bom filho, não apenas por ouvir os meus pais dizerem isso, mas pelo que reflete a minha própria consciência.

Como eu sempre digo, eu fui um menino bobo, muito bobo. Daqueles que se escondia quando ouvia uma batida na porta. Mas não gostava de ser assim. Eu tinha vontade de arrancar de dentro de mim aquela parte idiota e tola, aquela timidez que tirava o lustre da minha vergonha.

Sou o filho mais velho de uma ninhada de seis irmãos. Sai de Candeias ainda muito jovem, mas Candeias não saiu de mim até hoje. Fui orientado por meus pais a amar tudo que Deus me deu.  E já que me foi dado o direito de dizer que Candeias é a minha terra, eu sempre fermentei dentro do meu coração esse sentimento de bairrismo, de amor, mesmo não tendo sido agraciado com a sorte de poder viver o tempo todo debaixo de suas nuvens, ou sob o brilho do seu sol, eu venho sempre à busca desse lenitivo que felicita a minha existência.

Ausente de Candeias eu reviro as gavetas da minha memória. E aqui estando, eu revivo a minha infância pobre; as minhas tolices descartadas, bebendo da minha primeira água, vendo a minha pia batismal e os meus santos com os quais fui orientado na fé.

Hoje de manhã, estando fora de Candeias, depois de deliciar-me com um belo pedaço de bolo de fubá, feito por minha mulher, dentro dos conceitos da boa culinária, busquei encontrar bem nos fundos de uma das gavetas do armário da minha memória, a receita de um bolo de fubá que eu fazia, quando tinha por volta dos meus dez ou doze anos de idade. 

A receita era simples, mas o bolo era gostoso para quem não tinha problemas com azia estomacal ou não conhecesse outras receitas;  principalmente para quem não possuía os ingredientes suficientes para uma iguaria melhor, esse bolo não era bem uma delicia, mas deixava quem o comesse em paz com a fome.

03 canecadas de fubá --- 02 canecas de açúcar.  ---01 colher de gordura de porco. --- 01 copo de leite. Água para inteirar. 01 ovo, ou 02 no máximo. --- 01 colher de sopa de bicabornato. --- Um cavaquinho de canela e uma colher de açúcar socados até ficar bem fino.--- Uma caçarola de ferro,--- um pedaço de lata tipo a tampa da panela e brasas.

Ajuntava todos esses ingredientes numa gamela de madeira, e mexia até soltar bolhas; depois passava um pouquinho de gordura no fundo da panela (não existia óleo e nem margarina e manteiga de leite era muito caro) colocava na panela e levava ao fogão de lenha. A panela era tampada com a lata tipo uma tampa cheia de brasas. Depois de assado, jogava por cima a canela e o açúcar socado e esperava esfriar para saborear. O pior era a demora em esfriar e a gente ficar esperando.

Enquanto existiam os fogões a lenha eu fiz esse engasga gato, que eu e meus irmãos comíamos como se fosse o manjar dos deuses. Hoje, a gente come coisas que nem se compara, mas para quem a pobreza era uma coisa natural não existia coisa melhor.

Certa vez eu de posse de uma revista vi diversas receitas. E dai fiquei procurando uma que fosse a mais barata. E ao encontrar uma, corri para a minha mãe a mostra-la, quando ela sorrindo me disse:
"Isso é angu meu filho"! 

Caímos na risada! Era a receita de polenta e eu pensei que polenta era bolo.

Ser pobre não é ruim. O ruim é não aceitar a pobreza e chorar por ela.

Armando Melo de Castro.

Candeias MG Casos e Acasos


Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "RETALHOS DA MINHA INFÂNCIA!": 

Fuba suado, café adoçado com rapadura, fruta do lobo, arroz canjiquinha e manteiga caracu foi meu cardapio
pé cascudo.
Bruno Gomide
E eramos felizes 


Era de muita gente Bruno. Eu tenho ainda nos meus hábitos, a rapadura e a canjiquinha de arroz com couve rasgada. A canjiquinha eu encontro no mercado municipal e está custando mais cara do que o arroz de primeira. Acontece que as máquinas modernas não quebram o arroz, e para vender a canjiquinha eles o quebra. Grande abraço.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

A PREFEITURA DE CANDEIAS!


Desculpem-me se sou repetitivo                                  

A incompetência do Prefeito de Candeias é assustadora. Esse cidadão não poderia ter sido nem vereador do nosso município. A sua inabilidade; a sua falta de aptidão para o cargo; a sua falta de competência para entender a sua própria incompetência, como gestor dos destinos do município para o qual foi eleito, começa não só na administração do patrimônio público, como também na sua forma de encarar administração dos recursos humanos sob sua batuta. Falta respeito à dignidade dos servidores municipais de Candeias. 

Por que temos que nos comparar com outros municípios que estão se quebrando nas mãos de maus gestores, corruptos e incompetentes? Queremos sim ver o nosso município comparado aos municípios bem administrados e pagando salários em dia, e a casos até do 13º ter sido pago adiantado. É com esses que queremos ser comparados.

Esta é a maior prova de incompetência do prefeito de Candeias. Ao deixar atrasar os rendimentos dos servidores municipais, podemos ver a olho nu, e de forma lastimável, a sua forma de considerar o ser humano.

Ele tem demonstrado que administra os recursos humanos como administra um mata-burro de estrada.  É incapaz de entender o que é a vida de uma família que vive do seu trabalho recebendo parcos salários, da mesma fonte de onde ele recebe, com quase nenhum esforço, um salário e uma verba de representação, incompatíveis com a capacidade financeira do município. Isso porque ele e os vereadores, também, incompetentes, forjam os seus próprios salários.

O prefeito de Candeias tenta esconder o seu desleixo, a sua desordem administrativa, colocando a culpa unicamente na crise que assola o país. 

----- E não venha falar das outras prefeituras com salários atrasados ou também prejudicadas pela crise, Senhor Prefeito! Queremos ver o nosso município entre os bem administrados e não entre os falidos devido às más administrações.

A crise pode existir, mas antes de deixar de pagar os salários dos servidores muito tem o que cortar;  tem muito para equacionar e economizar, como os contratados apadrinhados; cabos eleitorais, que ganham salários exorbitantes, como secretários inoperantes, uma vez que não há recursos nem para ---- pregos de mata-burros ---- conforme disse o Presidente da Câmara numa reunião passada. Se não tem dinheiro para nada, resuma essas secretarias; diminua o seu salário e o do Vice Prefeito e proponha isso para os vereadores já que o senhor manda neles... Faça como outros prefeitos responsáveis estão fazendo em diversos pontos do país, como força tarefa...

O que o Prefeito de Candeias tem demonstrado para quem conhece outros municípios bem administrados, é, realmente, uma incompetência terrível.

O prefeito de Candeias não respeita os professores, cuja árdua missão é preparar o cidadão de amanhã. Um prefeito que se diz professor e que não respeita nem a sua própria classe.

O prefeito de Candeias fica em silêncio não presta contas corretamente, ele sabe que as suas desculpas são esfarrapadas e vêm simplesmente da sua incompetência. Ele mentiu para se eleger e agora mente para se manter no cargo. Ele usa o rádio para mentir, como se o povo de Candeias fosse cego, surdo e mudo.

Se ele recebeu o município em condições precárias por que não denuncia o ex-prefeito? Coloque as cartas na mesa senhor prefeito de Candeias. Respeite o servidor do qual você é o responsável. Pague-lhes os seus salários com dignidade, até hoje não viram a cor do 13º salário. Dê uma relida no seu programa de governo e dê também uma olhada no espelho e vê se tem algo para sentir.

Estará o prefeito de Candeias tentando adequar o fluxo de caixa da prefeitura para gastar nas eleições em detrimento dos sacrificados servidores do município? Só falta isso!

E os servidores municipais como ficarão com os seus credores? Eles estarão reprogramando as datas de pagamentos de suas contas de água, de luz, de armazém, de farmácia e as multas, os juros como ficam? Já imaginou alguém com o dinheiro para receber e passando pelo vexame de receber alguma cobrança e tomando dinheiro emprestado? E o comercio num grande percentual fomentado por esses trabalhadores? 

Isso é mais do que uma pouca vergonha. Uma injustiça covarde, num mundo onde o dinheiro é tudo. Isso é mais do que uma incompetência, isso é uma desonestidade administrativa. 

Elege-se cuspindo mentiras nos quatro cantos do município, vem depois deixa os servidores em debito, e ainda tem o descaramento de falar em crise. Crise só existe para os incompetentes. Nós temos diversos municípios que estão vivendo a crise do mesmo jeito, mas os servidores estão em dia com o recebimento de seus salários e receberam o 13° salário adiantado, por competência do prefeito e dos vereadores. Coisa que falta descaradamente em Candeias. 

Onde está a religião do prefeito de Candeias? Afinal ele a usou para se eleger. Isso não dói a sua consciência não prefeito?

Entende-se que a Administração Pública direta e indireta de qualquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios estão expressos no Art. 37 da Constituição Federal: O princípio da legalidade, impessoalidade, moralidade publicidade e da eficiência.

A crise que se instala no país não merece ser desculpa para atrasar os salários dos servidores municipais vindas de um prefeito que aos olhos de todos é um incompetente. E depois tem mais: É de sua obrigação, e o prefeito não pode nunca se esquecer disso de que na posição de prefeito do município, pagar em dia os servidores públicos é o mínimo que se pode esperar de uma Administração pública.

É de todo patente que salários atrasados trazem uma consequência desumana, diante da sobrevivência do servidor e da qualidade de vida. E isso é um desrespeito às leis. Isso é triste, é humilhante é deplorável.

O POVO DE CANDEIAS TEM QUE MUDAR ESSA SITUAÇÃO! SEM NOS ESQUECER QUE O PREFEITO ANTERIOR, TAMBÉM, É RESPONSÁVEL POR ESSA DESORDEM NO NOSSO MUNICÍPIO.

Armando Melo de Castro

Candeias MG Casos e Acasos.··.

sábado, 16 de janeiro de 2016

UMA GERAÇÃO VAI E OUTRA VEM!


Aniversariar é trocar de idade. É caminhar pela estrada da vida. É despedir-se aos poucos da juventude e ao mesmo tempo  buscar a velhice através de uma contagem de tempo. Quando jovens nunca imaginamos a morte. Os nossos amigos são encontrados em quaisquer esquinas, em quaisquer lugares. Se se estamos numa festa lá estão os nossos condiscípulos, os nossos contemporâneos. Mas o tempo vai retirando-nos do convívio comum e aquele que permanece torna-se isolado até que, também, caia no sumidouro da vida. Assim, é, portanto, a realidade diante do conflito de gerações.

O idoso não deve isolar-se dos jovens, mesmo sendo conservador do seu tempo. O jovem não pode ser visto como se pertencesse a uma ala progressista em oposição ao conservadorismo da maioria dos idosos.  O conflito de gerações é patente. Contudo, é de dever das gerações mais velhas respeitar o jovem com as suas ideias diferentes; com os seus princípios e comportamentos contraditórios. É um egoísmo o idoso querer que a geração jovem lhe faça copiar. Aquele que pensa assim ficará à margem. Se no âmago de uma família somos diferentes, imaginemos, então, como difere uma geração.

Envelhecer bem é combater o conflito de gerações; é procurar entender as inovações e buscar o jovem a coloca-lo no nosso lugar. Apoia-lo e com ele trocar ideias inovadoras. Envelhecer bem é saber que as gerações de hoje estão mais evoluídas, mais aperfeiçoadas, mais dinâmicas... Porque é assim que Deus nos quer na Obra da Sua Criação.

No transcorrer da minha vida tenho me deparado com pessoas que não gostam de envelhecer, mas não se adaptam aos jovens. Querem que o mundo continue sempre tal qual ele o conheceu.

É, deveras lamentável, que no seio da sociedade humana existam pessoas que apesar de inteligentes são demasiadamente egocêntricas, a ponto de querer alterar a data do seu aniversário.

Eu tive um amigo que não gostava de comemorar aniversário. Aniversário era como roubar-lhe a juventude. Queria o mundo somente para ele. Esse moço era o símbolo da infelicidade. Desejar-lhe um feliz aniversário, portanto, seria uma perda de tempo. Queria ser jovem mas não se adaptava à juventude.

Manias, todos nós as temos. É preciso entendê-las e aceita-las. Afinal, nem toda a pessoa que não gosta de trocar de idade, pode ser também alguém renovador e admirador do progresso do mundo.

Eu gosto de comemorar o meu aniversário. Mesmo estando certo de que estou entrando no trecho mais perigoso da estrada da minha vida, eu gosto de trafegar nela. Aniversariar é receber uma dose maior de carinho da família e dos amigos. Afinal, data de aniversário não é somente para contar mais um ano. É um momento de meditar no que fez, no que faz e no que fará. Não podemos deixar que a luta pela vida nos abate. E jamais esquecermos de que na mocidade aprendemos o que na velhice devemos compreender.

Portanto, desde que passei a me pertencer à terceira idade, e por ocasião dos dias de meu aniversário, eu procuro pensar como pensou Gandhi, " Hoje é o primeiro dia do resto da minha vida". Portanto, amigos meus, digam para mim:

"Hoje, 16 de janeiro de 2016, é o primeiro dia do resto da sua vida!".

E eu direi, muito obrigado!

Armando Melo de Castro
Candeias MG Casos e Acasos