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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019
O MEU AMIGO LULU.
sábado, 24 de novembro de 2018
ANTES DO VIAGRA CHEGAR.
Eu tenho a impressão que antigamente não havia tanta hipocondria entre
as pessoas. Parece que o povo tinha mais saúde ou era menos preocupado. A
medicina, por sua vez era bem atrasada, não existiam tantos remédios nas
prateleiras de farmácias e a grande parte das receitas médicas eram aviadas
pelos donos das farmácias e os preços não eram esses verdadeiros assaltos ao
bolso do doente, como se verifica nos dias atuais depois que transformaram os
nome de farmácias em drogarias.
Eu pertenço à era do chá. No meu tempo
de criança era difícil tomar um remédio de farmácia. Às vezes, um comprimido de
cibalena ou cibazol; fortificante; lombrigueiro feito de semente de abóbora ou
bucha. Lombrigueiro do tipo sal de Glauber, sal amargo ou óleo de rícino. Esses
purgantes eram tão fortes e ruins que os pais botavam boca-a-baixo nos seus
filhos, no que deu o termo “goela a baixo” ---. Não sei, mas parece que o povo
tinha mais saúde... Nesse tempo o ditado de que “De médico e louco, todo mundo
tem um pouco” era bastante exercido.
No mais eram chás de folha de
laranja; chá de casca de lima de bico; chá de canela; chá
da casca de limão; chá de picão; chá de hortelã; chá de
gengibre; chá de macela; chá de losna, chá de jalapa... Vejam que eu
guardo ainda em minha memória uma verdadeira farmácia
fitoterápica. Eram tantos os chás que o espaço aqui seria
curto para expô-los. Antigamente a fitoterapia caseira é o que falava a
verdade. Para cada problema existiam diversos tipos de medicamentos caseiros.
Hoje em dia, por qualquer coisinha procura-se uma farmácia ou um médico.
Toma-se um medicamento para um mal e cria-se outro, os chamados efeitos
colaterais.
Não se conhecia o câncer. Dizia-se
“doença ruim” ou então ulcera no estômago. Não existia essa quantidade de
exames que os médicos pedem hoje e nem o corpo humano era tão loteado como nos
dias atuais. Um médico especialista, praticamente só se encontrava em Belo
Horizonte, ou em cidades maiores. No mais, era clinico geral. E mesmo quando o
médico tinha uma especialidade, acabava exercendo o ramo da Clinica Geral.
Antes de existir o Viagra os homens viviam
buscando fitoterápicos a fim de restabelecer a disfunção
erétil. Eles tinham as suas terapias para não negar o fogo às
mulheres fogosas. --- Os afrodisíacos naturais em forma de frutas e raízes eram
procurados. ----- Entre eles o jatobá, a casca da fruta ou do tronco em infusão
---- Era o chamado vinho de jatobá, uma fruta silvestre muito comum
no cerrado. ----- Uma segunda opção era uma raiz de uma planta rasteira chamada
“piãozinho”, colocado na pinga deixava esta vermelha. Muitos faziam uma
garrafada das duas. Alguns homens que já não estavam “dando no couro” usavam e
abusavam desse tipo de coisa
No sítio do Sr. Américo Bonaccorsi
existia uma árvore com o nome de “Quentalha” diziam ser um “tiro” de boa para
fazer o homem levantar a moral com a patroa. Certa vez eu perguntei ao Wandinho
do Américo se essa árvore ainda existia e ele disse: “Mataram-na de tanto tirar
lascas no tronco”.
Às mulheres um medicamento fitoterápico
muito usado por elas para uma vida sexual saudável e os problemas
ginecológicos, era a casca de barbatimão, principalmente para banhos de assento
e banho íntimo. -----
Chico do Viriço, o curador, que falava
muito alto, ---- cá de fora se ouvia o que ele dizia com os seus pacientes num
quartinho do interior de sua casa, ----- disse, certa vez, a um casal de
consulentes: “Se a muié fica muito tempo no banho de
barbatimão, ela fica virge de novo”. E deu aquela gaitada... --- E o
povo lá de fora, na sala ouvindo tudo. Imaginem a cara deles quando saíram lá
fora hem?!
Quando a gente andava pelos matos, as
árvores de barbatimão eram vistas com os troncos lascados. As lenheiras
recebiam sempre essas encomendas de forma reservada, mas como língua de
lenheira não tinha compromisso com o silêncio, elas davam sempre com a língua
nos dentes, quem eram usuárias do produto. E ai a língua comia: fulana é
larga...
Sendo visto um homem lascando o tronco
de uma árvore de barbatimão, --- coitada da mulher dele ---- já o boato corria.
A mulher do fulano é usuária da casca de barbatimão. ---- Portanto, isso era
sempre feito às escondidas ou de forma astuciosa.
Eu era menino, mas tinha os ouvidos
muito afinados e afiados. Lica do João Passatempo era uma lenheira que fornecia
por encomenda as cascas de barbatimão. O feixe de lenha custava cinco cruzeiro
e o chá de barbatimão era 3. E língua de lenheira não dava nó e nem cabia
dentro da boca, as usuárias do barbatimão eram sempre comentadas.
Certa vez eu ouvi a Lica do João
Passatempo, que era lenheira e atendia encomendas de casca de barbatimão, falar
para Dona Ester, minha amiga, que a Aparecida Pitanga, irmã do Pedro Pitanga,
dizia que num tinha um trem mais bão do que casca de barba timão para deixa-las
apertadas.
Eu que nunca tinha ouvido essa
palavra guardei-a e muito tempo depois eu pude vir, a saber, o que seria buc...
Tite. Pode ser entendido como algum problema de saúde, mas quem explica melhor
é a etimologia da palavra de onde vem. --- Bem! Eu sei, mas não conto!...
A mulher que não se engravidava,
ou vivia brigando com o marido; se queria arrumar namorado... Essas gostavam
era de um banho de rosas brancas.
Armando Melo de Castro.
terça-feira, 20 de novembro de 2018
OS VIZINHOS.
Os bons costumes estão ligados a moral. Mas nas residências nem sempre
está o morador ligado a moralidade. Seria necessário, por exemplo, que um
morador, principalmente de um apartamento, entendesse que não é apenas ele que
habita a morada; a morada também o habita apesar de não ser isso uma questão
determinada.
sexta-feira, 16 de novembro de 2018
APAGUE A LUZ GERALDO!
Até certo tempo eu não sabia que “li” era litro; que ki era quilo; pedá era pedaço; belezz era beleza; e cumpá era compadre. ---- Eu era, então, do tipo de uma anta; ou um tatu de galocha. ------ E o pior: eu não sabia disso. ------ Quando cheguei à capital de são Paulo em 1965, um danado dum paulista, a fim de me encher o sado, quando eu chegava à cantina dele, dizia: “Uai, vai cumê um trem mineiro?”.
Geraldo do Orcilino e Dona Chiquinha era um casal muito amigo de meus pais, fato que os fizera ser levados para padrinhos de minha irmã Maria Amélia. ---- Dai então era cumpá Geraldo e cumá Chiquinha de lá e cumá Luca e cumpá Zé de Cá. Portanto, até certo ponto, aquele dialeto teria feito parte da minha vida.
Geraldo era um cabritão alto, fala mansa, sempre usando camisas com mangas compridas e colarinho preso. Chapéu de lebre e bigode pirâmide. Era comerciante da Rua Professor Portugal, estabelecido com o comercio e residência onde hoje está o Bar do Marcelo. ---- Conhecido como Geraldo do Orcilino, mas o seu nome real era Geraldo Cândido da Costa. Pessoa de muitos amigos, que viera da roça ainda jovem, não sabia ler e nem escrever e aprendeu fazer isso sozinho trabalhando no comercio.
Sua amizade com meu pai começou quando ele foi desertor do exercito. Sendo então uma pessoa recém chegada da roça, não entendia da gravidade de se negar ao chamado do exercito, foi considerado como desertor e preso em Juiz de Fora. --- Meu pai foi quem o apoiou e o acompanhou durante o tempo em que esteve preso. Dai nasceu uma grande amizade.
Talvez fosse ele o homem que mais afilhados tinha em Candeias, tendo em vista a sua facilidade de fazer amizade e ser bom vendeiro. ------ Foi vereador em mais de uma gestão e foi homenageado com o seu nome na praça que fica no final da Rua Pedro Vieira de Azevedo. Ele era tio do atual vereador, Jésus do açougue.
A sabedoria do silêncio diz que devemos falar menos e ouvir mais. Mas meninos daquele tempo; --- do meu tempo --- só ouviam, não falavam nada. Porque se falassem eram repreendidos. E eu como menino silencioso e sempre em companhia do meu pai, ouvia os seus assuntos, em profundo silêncio, enquanto meu pai, naturalmente, imaginava que eu não os entendia. E muitos desses assuntos estão bem guardados até hoje em minha memória no que faço abri-la agora, para relembrar um pequeno diálogo entre meu pai e o seu tão amigo compadre Geraldo, numa tarde assentados num banco à porta da sua venda:
Meu pai: Eu fico bobo de vê como ocê combina tanto com a cumá Chiquinha cumpá
Gerardo, o que cê arruma qui ocêis tá sempre rino?”. --- E o Geraldo dando
aquela sua risadinha sorrateira de boca sem dentes, (não conseguiu se acostumar
com a dentadura) -- começa:
Cumpá Gerardo: Muié cumpá Zé é um trem danado. Cê tem qui sabe cutuca nela. Se ocê cutuca no lugá errado ela num dá. --- A Chica é uma casquinha de ovo qui ocê num imagina. Mais cumo eu já sei as mania dela tudo, eu faço de jeito. ------ Na hora de nois deitá, se eu quero dá uma cruzadinha, eu vô divagá. Invento um assuntinho ou conto arguma coisa que eu sei qui ela vai gosta. Dai, vira e mexe eu pergunto se ela tá cum dor de cabeça. Ai ela já sabe que eu tô quereno fuçá, Ai intão ela já pega a baciinha e já vai pá latrina lavá as parte. ----- Ai eu tamém dô uma lavada nas parte, e já vejo que eu Tô no jeito de cumeça o sirviço ---- Se dá num dia que eu tô frôxo, ai intão eu é que tenho que me ajeitá e falo: hoje eu trabaei dimais, tô numa cancera danada! -----Nesse dia, intão, cada um vira pá parede. Ai, cumpá zé, é bunda cum bunda. ---- ôta coisa: As vêis dá num dia que eu cumi uma vitela, e o butão fica assanhado quereno sopra, eu saio dipressa e vô pá latrina e fico lá até isvaziá a caxa de vento. Ôta coisa é o paquete. Muié quando tá de paquete cê num pode dá sinal qui tá quereno fuçá não, sinão elas fica danada da vida. A Chica dana a dá indireta que só veno.
Meu pai: Ocêis fais isso é com a luiz acessa ou no escuro cumpá Gerardo?
E Geraldo, dando aquela risadinha sorrateira de boca sem dentes de
novo aremata:
Cumpá Zé cê ficô doido! Se eu acendê a luis a Chica nunca mais me dá.
Armando Melo de Castro
quarta-feira, 14 de novembro de 2018
VAI SER CHATO TREM.
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sexta-feira, 9 de novembro de 2018
ERA UMA VEZ, A CACHORRINHA QUICA.
O cachorro parece ser o animal que mais se identifica com o homem, em termos de convívio. A cada dia, o cão vem sendo mais amparado e integrado ao meio da família humana.
---Bichinho safadinho é o tal de cachorro né?
Armando Melo de Castro
Candeias MG Casos e Acasos.
quarta-feira, 7 de novembro de 2018
ONDE ESTARÁ A RAZÃO?
sexta-feira, 2 de novembro de 2018
O VENDEDOR DE BROAS.
A broa é um alimento difícil de ser definido. Em cada ponto do Brasil, é conhecida por nomes diferentes. Para uns, é pão redondo; para outros, é um tipo de biscoito. Há quem diga que a broa é um bolinho. ---- Em Candeias, a broa é considerada uma espécie de quitanda e pode ser encontrada entre várias receitas de sal ou de doce. Qualquer quitanda que seja do formato de uma bolacha redonda pode ser chamada de broa. --- O dicionário do Aurélio define a broa como pão arredondado, feito de fubá de milho, arroz, cará, ou polvilho, etc. e ainda como uma pessoa gorducha. ---- No dicionário chulo, há quem diz que broa é sinônimo da vulva feminina.
Em Candeias, pode ser encontrado com facilidade um tipo de broa não muito comum no mercado. É a broa de amendoim. Eu, por exemplo, nunca a vi em padarias de outros lugares. Não conheço a receita, sei apenas que é muito gostosa e tradicional nas padarias e quitandeiras candeenses.
Ainda na década de 50 não havia calçamento e nem jardins no centro da cidade. Uma linha de postes de iluminação pública cortava o centro do chamado Largo. E, no local onde se encontra, atualmente, o coreto havia um poste com duas luminárias. Ali, era o ponto vigoroso da cidade, principalmente, nos fins de semana, com as atividades da igreja, e o movimento dos dois bares que existia (um no sobrado da esquina, do Leley irmão do Carmélio, e o outro ao lado do cinema, do Sebastião Cassiano.). Normalmente, nos fins de semana, havia duas sessões de cinema no Cine Círculo Operário São José.
A televisão nem sonhava de chegar a Candeias. Sair à tarde e ir para o Largo era um hábito de grande parte da população. Os homens acomodavam-se nos bares e os jovens faziam a chamada avenida defronte ao cinema enquanto aguardavam os sinais da sirene.
Nesse tempo era muito comum o vendedor de rua, com balaios e tabuleiros.
Muitas donas de casa faziam doces, pasteis, e colocavam à venda nos bares, mas
um produto fresquinho normalmente era encontrado através dos vendedores de rua
ou nas casas das quitandeiras. As padarias não tinham novidades como hoje. Era
o pão de sal; o pão tatu, o São José (sovado) e a rosca de doce. E nesse
movimento do Largo, sempre aparecia um vendedor de doce, ou outra coisa
qualquer.
Debaixo do poste, acima citado, estava sempre um senhor magro com rosto miúdo, de chapéu de lebre, camisa surrada, de mangas compridas, mas bem cuidada, abotoada até ao colarinho que escondia o gogó; um bigode tipo Cantinflas, rosto bem escanhoado, vestindo calças bem frisadas e com as botinas bem engraxadas. Esse senhor atraia as pessoas pelo seu jeito de falar corretamente e os elogios que tecia à sua esposa. ---- Sob a luz do poste ele se postava com um tabuleiro cheio de broas de amendoim, colocado sobre um suporte, coberto com um pano bem alvejado. ---
------------------Meus amigos eu vendo a melhor
broa de amendoim. Feito caprichosamente por minha senhora, uma mulher muito
asseada e entendida de broas.
Entretanto, mais do que a qualidade das broas e a higiene da esposa do quitandeiro, ênfase maior havia de ser observada na postura daquele cidadão humilde, no seu jeito de trabalhar. Gostava de falar ao pé da letra e, diante da sua simplicidade, a rapaziada nadava e rolava, colocando maldade no seu palavreado. Sem, contudo, deixar de comprar o delicioso produto. Todavia, havia sempre alguém puxando a conversa para vê-lo falar
----Como vai o senhor, Sô Juca?
----Na paz de Deus Pai e Deus Filho, vou bem, obrigado!
----E a patroa? Como vai?
----Com aquelas coisas de mulher, mas felizmente, vamos levando na Graça
de Deus Pai e Deus Filho.
----Tem vendido muitas broas?
----Sim, na Graça de Deus Pai e de Deus Filho, tenho vendido todas.
Tenho voltado sempre para casa com o tabuleiro vazio.
----É o senhor mesmo quem faz essas delícias?
----Não, senhor! Essas deliciosas broas são obradas pela minha senhora.
Ela aprendeu com a minha sogra e a minha sogra aprendeu com a mãe dela. A
fabricação de broas na família de minha mulher vem de longe. Todos nós somos
chegados a uma boa broa.
---Faz muito tempo que o senhor vende a broa da patroa?
--Desde que vim para Candeias. Há uns dois anos, mais ou menos. E, Graças a Deus Pai e a Deus Filho, eu suponho que grande parte do povo candeense já conhece a deliciosa broa da minha mulher.
--Zé da Zenóbia, irmão do Mozart da Padaria, pai do Bola, era rapaz novo e um dia estava com umas pingas na cabeça e tomou um papo com o Sô Juca:
---Eu quero comer a broa da sua patroa é na sua casa, Sô Juca! Cumé qui fica?!
---Como é que fica? Vai ser o maior prazer servir o senhor na minha residência! Agora, escuta aqui, Sô Zé: acredito que o senhor não está falando com má intenção, não é? Um dia desses esteve aqui um filho de mulher da vida, um desses filhos que não conheceu o pai e na conversa ele misturou broa com precheca. Acontece que a minha esposa é uma senhora de respeito! E aquele que lhe faltar com o respeito eu o entregarei nas mãos do diabo, lá nos quintos dos infernos.
E o Zé, meio assustado, e com uma voz meio pastosa de quem tivesse tomado umas e outras disse logo:
---O que é isso Sô Juca?! Isso é brincadeira. Eu nunca comi broa não. Meu irmão tem padaria e eu num aguento nem vê o cheiro de broa. Precheca?! Eu nem sei o que é isso!?
---Vejamos, então, que o senhor está apenas me atordoando?! Pois, pode ir baixar em outro centro porque aqui não tem médiuns para recebê-lo.
Armando Melo de Castro
quinta-feira, 27 de setembro de 2018
OS ENFERMEIROS.
Francisco José Vilela Batista
Meu querido amigo Francisco:
Todo aquele que já esteve sobre os cuidados de um hospital, vê em loco a ação do enfermeiro e pode fazer a avaliação de quão difícil é esta profissão. ---- O enfermeiro é tão importante quanto o médico que faz a cirurgia. É ele que prepara o enfermo; assiste o médico e atende o doente na sua recuperação.
A noite chega e o clima de um hospital nesta parte do dia é mais dramático e cansativo. Na madrugada ouvem-se apenas os passos de enfermeiros e enfermeiras pelos corredores; portas que se abrem e fecham indo e vindo, levando e trazendo aquilo que a medicina lhes recomendou. ----- Buscando sempre atender o alívio da dor e o conforto do doente. --- Às vezes são surpreendidos com a chegada de alguém acidentado ou em estado grave. --- O enfermeiro não tem tempo, pois vive numa vigília constante. ----
Vejamos o que disse Florence Nightngale, uma famosa enfermeira inglesa por ser a pioneira no tratamento de feridos de guerra:
Em meio ao sofrimento, a tristeza e a dor.
Pois às vezes vara noites e noites, cuidando com ternura o paciente,
É você, enfermeiro, que sempre esta prestando socorro ao doente.
Nunca esmorece no seu trabalho cotidiano, corre pra lá e pra cá, sem parar.
Pois cabe tantos e tantos doentes, e você com carinho os carrega no coração.
---Por isto está profissão, tão bonita, tão cheia de ternura e de calor humano
O meu abraço e o meu respeito a todos os enfermeiros do Hospital Carlos Chagas e do mundo inteiro.








