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sábado, 7 de fevereiro de 2015

O MEU CANTO DE CORDEL.


Eu canto o horizonte de minha terra
E dela eu canto a rua onde nasci.
A minha querida Coronel João Afonso
Agora, tão diferente daquela onde eu vivi.

Eu canto os senhores fazendeiros
E dos fazendeiros canto os cafezais.
Semeados por homens progressistas
Vindos desde os tempos de Tendais.

Eu canto o município de Candeias
E de Candeias o seu fundador
Zoroastro Marque da Silva,
O nosso líder senhor doutor.

De Candeias canto a Prefeitura,
Na gestão dos prefeitos com lisura:
Zoroastro e João Bernardo; 
Zé Pinto, Raimundo e Nestor,
João Pinto e Chico Coletor...

Canto a Câmara municipal.
Dos vereadores sem salário
Que no passado trabalharam
Sem explorar o erário.

Neste cantar de exaltação
Á minha terra querida,
O meu coração bairrista
Chega a pulsar de emoção.

Abraço comovido neste cordel,
Aos que participam desta história.
E aqueles que fogem desse papel,
Maculados serão escritos na memória.

E agora o meu canto triste.
Não posso deixar de ser verdadeiro.
Os vereadores da atual Câmara candeense,
Envergonham a nossa história por inteiro.

O vereador finge que não sabe,
O que é ser representante do povo.
Não honra a procuração 
Que recebeu nas urnas
E só pensa na sua reeleição.

Concluindo o meu cantar poético,
Eu canto  o prefeito inoperante,
Com o seu salário exorbitante
Omisso desde que foi eleito.

E para finalizar canto neste cordel:
Que politicos que logram a nossa terra,
Sejam malditos em cada lembrança
Como subtrator humano e infiel bozerra

Armando Melo de Castro
Candeias MG Casos e Acasos






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